Cordas na Mantiqueira 2012



Quando entra Setembro, as montanhas da Mantiqueira ressoam aos sons cristalinos dos mais belos instrumentos de cordas. Se o viajante errante seguir esses sons pela serra acabará em um pequeno e encantador distrito encravado nas montanhas - São Francisco Xavier. Com o clima frio antevendo seu fim - e a primavera o seu despertar -, não apenas os pássaros saem de seus ninhos para cantar a vida: dos quatro cantos surgem músicos habilidosos - alguns deles desconhecidos, outros famosos - que sobem ao palco tendo como cenário as verdes montanhas da Mantiqueira floridas de ipês amarelos. No rastro deles sobem a serra amantes da boa música. E é a esse grande encontro de pessoas que dão o nome Cordas na Mantiqueira, que neste ano de 2012 alcança sua 9º edição.

Instrumentistas de diversas partes do país com trabalhos atuais na produção musical brasileira ganham aqui o seu destaque e reconhecimento. Nenhum lugar mais pertinente que a Mantiqueira para revelar essas jóias escondidas.  Nesse encontro eles ficam pertinho de seu público, compartilhando a sua arte de forma intimista, descontraída, como se todos fossem de casa. Por essa razão há uma lotação máxima de pessoas - 90 por noite - no espaço Photosofia onde eles se apresentam. O conselho é reservar os ingressos com bastante antecedência.  

São Francisco Xavier - SP
Ao todo o festival apresenta 10 shows e as “Jam Sessions” no final de cada noite, quando músicos que se apresentam juntos para um improviso abastecido pelo calor da platéia. Na programação, violas, contrabaixos, violinos, violões, guitarras e por aí afora.

Para aqueles que desejam curtir esse casamento entre música, montanhas e boa gente, seguem mais informações nos links abaixo, incluído a programação:



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Mata Atlântica: Ecossistema 2 - Floresta Estacional Semidecidual


Conhecida também como Mata Atlântica de Interior, é uma fitofisionomia intrínseca ao bioma Mata Atlântica, constituindo uma formação transacional entre as florestas de encosta litorâneas (Floresta Atlântica) e as formações não florestais de interior (como o Cerrado, a Caatinga e os Pampas).

Fragmento de floresta
É um ecossistema intensamente explorado pela ação do homem, por cobrir regiões de planalto com topografia muito propícia ao desenvolvimento da agricultura e da pecuária, ao contrário da topografia acidentada das regiões de Floresta Atlântica. Hoje está restrita a fragmentos muito isolados em algumas propriedades privadas e em poucas unidades de conservação, estando sua biodiversidade seriamente ameaçada. 

A nomeclatura Estacional Semidecidual  (estacional = estação do ano; Semi = parcial; Decidual = queda) vem da característica de sua vegetação perder parcialmente suas folhas em função de dois diferentes períodos climáticos - chuvas e secas. Dessa forma, as árvores podem auto-regular seu balanço hídrico, perdendo suas folhas em períodos de menor incidência das chuvas e cobrindo-se de verde nos períodos mais chuvosos do ano. O nível de decidualidade varia em relação à duração do período de seca e às temperaturas mínimas e máximas.






Assim como a Floresta Atlântica, esse ecossistema está estruturado em estratos - arbóreo com dossel, arbustivo com sub-bosque e herbáceo - de uma vegetação densa com árvores que podem atingir até 40 metros de altura. Considerável ocorrência de epífitas e samambaias nos locais mais úmidos, e grande quantidade de cipós, trepadeiras e lianas. Seus processos ecológicos se assemelham muito aos da Floresta Atlântica, com algumas diferenças principalmente no fato de estarem presentes em solos mais secos e de apresentarem queda das folhas dependendo da estação.  


Localização





Levando em conta as diferenças de relevo e clima, os cientistas costuma dar as seguintes subdivisões para melhor estudar esse ecossistema:

  • Floresta Estacional Semidecidual Aluvional: É uma formação encontrada com maior freqüência na grande depressão pantaneira mato-grossense do sul, sempre margeando os rios da bacia do rio Paraguai.
  • Floresta Estacional Semidecidual de Terras Baixas: do Rio Grande do Norte ao Rio de Janeiro, desde o sul da cidade de Natal até o norte do Estado do Rio de Janeiro, nas proximidades de Campos até as proximidades de Cabo Frio.
  • Floresta Estacional Semidecidual Submontana: Esta formação ocorre freqüentemente nas encostas interioranas das Serras da Mantiqueira e dos Órgãos, e nos planaltos desde o Espírito Santo e sul da Bahia até o Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, sudoeste do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul. Presente também no Rio Grande do Sul.
  • Floresta Estacional Semidecidual Montana; São poucas as áreas ocupadas por esta formação estabelecida acima de 500 m de altitude. Situa-se principalmente na face interiorana da Serra dos Órgãos, no Estado do Rio de Janeiro; na Serra da Mantiqueira, nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais; e no Espírito Santo - Caparaó.


Vegetação



Destaque para as as "madeiras de lei", árvores intensamente exploradas por sua madeira nobre até quase a sua exaustão. Entre as espécies mais conhecidas de árvores da Floresta Estacional Semidecidual estão a Peroba, o Cedro, o Ingá, o Ipê, a Paineira, o Angico, o Jequitibá, a Canela, o Jatobá, a Sapucaia, a Sibipiruna, entre outras. Coqueiros como o Jerivá, também são muito comuns.


Ipê-amarelo


Considerável ocorrência de epífitas e samambaias nos locais mais úmidos, e grande quantidade de cipós, trepadeiras e lianas.

Fauna



Mamíferos: Onça-Pintada, Suçuarana, Jaguatirica, Anta, Queixada, Quati, Cachorro do Mato, Tatu, Tamanduá, Veado Mateiro, Mico estrela, Bugio, Morcego, entre outros.

Tamanduá-mirim

Queixada

Aves: Harpia, Carcará, Tucano Toco, Arara Vermelha, Jacu, Papagaios, Periquitos, Maritacas, Garças, Gralha, Anú-Branco, Anú-Preto, Bacurau, Urutau, Bicudo, entre várias outras espécies.

Arara-vermelha
Tucano toco

Urutau
Harpia

 
Répteis: Cobras peçonhentas como Jararaca, Urutu e Coral Verdadeira, e cobras não peçonhentas como Caninana, Cobra-cipó, Coral-falsa, Muçurana e Cobra D'Água. O Lagarto Teiú e o Calango são abundantes; chama atenção uma espécie de lagarto sem patas: a Cobra-de-duas-cabeças. Há, também, Jabutis e Cágados. 

Coral-verdadeira
Cobra-de-duas-cabeças

Calango
Jabuti


Anfíbios: variadas espécies de sapos, rãs e pererecas.



Os  Invertebrados constituem a população mais numerosa.




Situação Atual





O grau de destruição e fragmentação dessa floresta foi tamanho, que no Brasil restam menos de 3% da cobertura original. Seus maiores trechos conservados estão no Parque Estadual Morro do Diabo, no Parque Nacional do Iguaçu e no Parque Estadual do Turvo.


Parque Estadual Morro do Diabo
Parque Nacional do Iguaçu
Parque Estadual do Turvo

O restante dos remanescentes dessa floresta no interior paulista e mineiro, por exemplo, não ultrapassam 10hectares. Para que um fragmento seja considerado grande e que abrigue espécies significativas do bioma, como grandes mamíferos ( onça-pintada, etc.), ele precisa ter no mínimo 10.000hectares (100km²). No interior de São Paulo, o único fragmento que tem área maior de 10.000hectares é o já citado Parque Estadual Morro do Diabo.



A agricultura, a pecuária e a exploração de madeira extensivas e insustentáveis causaram essa fragmentação. Devido a esse processo, a troca genética das espécies de animais e plantas fica muito dificultada, o que acaba isolando-as, enfraquecendo-as e colocando-as em sério risco. A caça e a introdução de espécies exóticas só vêm agravar essa situação. 

Tanto que uma pesquisa realizada neste ano de 2012 por biólogos brasileiros e americanos revelou o desaparecimento de grandes e médios mamíferos da Mata Atlântica no Nordeste brasileiro (Leia aqui um post sobre esse processo de "desfaunação"). Em dois anos, cinco grandes mamíferos deixaram de existir nessas florestas: a Onça-Pintada, a Anta, o Queixada, o Tamanduá-bandeira e o Muriqui. Se os impactos da fragmentação e caça não forem controlados no Sudeste, Sudoeste e Sul do país, poderão ter o mesmo resultado. 



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A Flora da Floresta Atlântica



Segundo os botânicos, a Floresta Atlântica é a mais diversificada do planeta, com mais de 25 mil espécies de plantas. O elevado índice de chuvas ao longo do ano permite a existência dessa vegetação rica, densa. Tanto que em uma pequena área de alguns metros quadrados podem ser identificadas mais de 50 espécies diferentes. 

Embaúba
Plameira-Juçara


Figueira
 Entre as árvores mais famosas desse ecossistema estão as Canelas, Palmeiras (como a Palmeira-Juçara), Coqueiros (como Coqueiro-Jerivá), Figueiras, Pau-D`álhos, Jatobás, Jequitibás, Guapuruvús, Manacás-da-Serra, Embaúbas, Paus-Brasis, Jacarandás,  Maçarandubas, Guanandis e Cabreúvas.


Jequitibá
Guapuruvú

Epífitas e Samambaias
Nos sub-bosques da Floresta Atlântica predominam as árvores jovens, as de menor porte e outras plantas como as epífitas - gravatás, bromélias, orquídeas - os musgos e os liquens, assim como samambaias, xaxins, helicônias (Bananeira-do-brejo), begônias e lírios de várias espécies. Muitas dessas plantas se abrem e flores das mais variadas tonalidades, compondo maravilhosamente com o verde e marrom da floresta.

Helicônia
Xaxim
 Escoradas nas árvores, estendendo-se do solo em direção à luz que atinge o dossel da floresta, estão as várias espécies de lianas, cipós e trepadeiras, que decoram o interior das matas com um visual emaranhado bem característico das florestas tropicais.   
 
Lianas, cipós e trepadeiras


Saprófitas
No solo estão as micorrizas (fungos que auxiliam às raízes das árvores na absorção dos nutrientes) e as plantas saprófitas (plantas e fungos que não fazem a fotossíntese e que ajudam na reciclagem de matéria orgânica em decomposição). Já os musgos se espalham como um tapete verde no chão úmido da floresta, sobre raízes das árvores e sobre as pedras.  O solo também é um berçário para novas árvores, que brotam timidamente em meio a serrapilheira, pacientemente esperando o momento para espicharem em direção à luz. Quando uma árvore mais velha cai abrindo uma clareira, esse processo de crescimento das árvores novas chega a ser mais rápido, num processo sucessório natural, cicatrizando a "ferida" e mantendo a exuberância da floresta.

Luz através de um clareira no dossel


A habilidade de recomposição da mata é grande e sábia. Num primeiro momento aparecem as espécies pioneiras, mais rústicas, de crescimento rápido e menor porte, como por exemplo a Embaúba. Assim que o ambiente fica propício devido à sombra e umidade garantidas pelas espécies pioneiras, surgem as espécies clímax, de grande porte crescimento lento, como o Jatobá e o Jequitibá.



É comum vermos uma espécie de árvore brotar bem longe de outro exemplar semelhante, em lugares inusitados. Isso porque, além da dispersão pelo vento e chuva, um dos meios mais eficazes é através dos animais que carregam essas sementes para esses novos lugares, seja através das fezes ou do fato desses animais esquecerem onde esconderam o fruto ou a semente que iriam comer posteriormente.  



 Seguem fotos de outras espécies citadas no texto acima:

Jatobá
Pau-Brasil

Coqueiros-jerivá
Frutos do Coqueiro-jerivá

Manacás-da-serra floridos

 
Flor da Bromélia


Gravatás
Lírios

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Reconhecendo pegadas de animais


Como muitos animais são ativos durante a noite e se escondem durante o dia, não há experiência mais instigante para um ecoturista do que pode caminhar na natureza ao lado de uma pessoa competente que saiba reconhecer os animais silvestres pelas marcas que eles deixam no chão. As pegadas podem nos dizer que animal há na região (pelo formato), qual o peso dele (pela fundura), se estava correndo ou andando (pela distância entre as pegadas), se faz tempo que passou por ali (se a pegada estiver mole e fresca, acabou de passar), entre outras informações.

Porém, esse conhecimento tem valor não apenas para os ecoturistas e os biólogos. De acordo com os autores de "Pegadas", Oswaldo Carvalho Júnior e Nelton Cavalcante Luz, esse conhecimento deve ser de interesse dos proprietários de terras também:

"Para a grande maioria dos proprietários de terras(...), a floresta é vista como um obstáculo a ser eliminado em busca da produtividade(...). Muitos não conseguem perceber a ligação entre o que a ciência e os meios de comunicação declaram ser de extrema importância ecológica em sua própria terra. Essa situação deve-se à ausência de material que descreva, para os produtores, a vida selvagem presente em suas propriedades, assim como o habitat que é controlado por ele."

E assim chegam a uma conclusão muito interessante e bonita:

"Não posso pensar em um modo melhor para provocar nas pessoas um interesse pela natureza que não seja através de seus hábitos e de suas pegadas, marcas vivas deixadas no ambiente. É comum as pessoas olharem para o chão e ignorarem as marcas que elas vêem, devido principalmente à falta de conhecimentos técnicos para sua identificação. Entretanto, apresentando-se uma ferramenta útil que ilustre não apenas as pegadas, mas os hábitos do animal que as deixou, despertará interesse e, mais provavelmente, apresentará aos proprietários um desafio e subseqüente paixão que estes nunca pensaram ser possível. Abrindo-se estas portas, um novo aliado da natureza terá sido conquistado, um feito especial, visto que este aliado tem o poder de decidir o futuro do habitat dos animais que fizeram aquelas pegadas."

Para auxiliar aqueles que gostariam de obter esse conhecimento fascinante, seguem abaixo 4 links para bons materiais sobre o assunto. Esses materiais abordam, mais especificamente, mamíferos da fauna da Mata Atlântica e Amazônia. 
Série Boas Práticas, Livro 3
Oswaldo Carvalho Júnior e Nelton Cavalcante Luz




 
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Lei de Proteção de nossa Fauna

Art. 1º. Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha.
Lei 5.197/67 de Proteção de nossa Fauna
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A Fauna da Floresta Atlântica


A Floresta Atlântica possui uma grande biodiversidade de animais, com um alto grau de endemismo (em torno de 39%). Há muitas espécies ameaçadas de extinção. Abaixo exponho algumas das espécies mais expressivas desse ecossistema:


Mamíferos

Muriqui
Dentre os mamíferos estão vários morcegos destacando-se uma espécie branca. Dos símios destacam-se o Muriqui (Mono-Carvoeiro), que é o maior e mais corpulento macaco das Américas, e o Mico-Leão Dourado, uma das espécies mais famosas e ameaçadas do mundo. Habitam também a mata os Sagüis, os Sauás, o Macaco-Prego e o Bugio, que está ameaçado de extinção. 



Mico-leão-dourado
Bugio
Dos canídeos, o Cachorro-do-Mato é uma das espécies juntamente com o Mão-Pelada (Guaxinim), o Quati, o Jupará, os Furões, a Irara (Papa-mel), a Lontra e o Cangambá. 


Cachorro-do-mato
Jupará
Irara

Dos felinos, há o Gato Maracajá, o Gato Mourisco (ou Jaguarundi), a Jaguatirica, a Suçuarana e a Onça Pintada.   

Gato Mourisco (Jaguarundi)

Jaguatirica



Veado-mateiro
 Do outro lado da cadeia alimentar estão animais como o Veado Mateiro, o Tapiti (uma espécie de lebre brasileira), diferentes ratos-do-mato, Caxinguelês (Serelepe), Cotias, Pacas, Ouriço-Cacheiro, o raro Ouriço-Preto, Gambás e Cuícas. Ocorrem também na mata Tamanduás-mirins, Tatus e Preguiças, com destaque a Preguiça-de-coleira que hoje em dia está tão escassa e já ameaçada de desaparecimento. 


Ouriço-caxeiro
Caxinguelê


Cotia
Preguiça-de-coleira

A Anta (Tapir) é o maior animal presente nesse ecossistema. 





Aves

Jacu
Quanto às aves há uma infinidade de espécies, destacando-se algumas como o Jacu, a Jacutinga, o Macuco, a Araponga, Sabiás,  Tiês, Sanhaços, Beija-Flores, Tucanos, Pica-Paus, Araras, Papagaios, Periquitos, Corujas, Saíras, Tangarás e Gaturamos, assim como várias espécies de aves de rapina, entre elas o Gavião-pega-macaco.

Araponga
Periquito Rico

Saíra-sete-cores

Tiê-sangue

 



Répteis

Caninana
 Entre os répteis desse ecossistema estão o Teiú, um lagarto de mais de 1,5 metros de comprimento, e seus primos Calangos e Papa-ventos, de apenas alguns centímetros. Há cobras peçonhentas como as Jararacas, Jararacuçus e Urutus, e cobras não peçonhentas como Caninana, Cobra-Cipó, Suaçubóia, Cobra Dágua, Falsa-coral, Cobra-Verde e a Dormideira.



Urutu
Teiú
Um ilustre e ameaçado habitante dos rios da Mata Atlântica é Jacaré-de-papo-amarelo. Dos Quelônios, é comum a presença de cágados nas margens dos rios e lagos, como por exemplo o Cágado-Pescoço-de-Cobra.


Cágado-pescoço-de-cobra
Jacaré-do-papo-amarelo


Anfíbios

A Floresta Atlântica apresenta, também, uma incrível diversidade de anfíbios, com destaque para a Rã-Bugio, o Sapo-boi-da-serra-do-mar (Sapo-folha), o Sapo Cururu e a Perereca-de-Bromélia.

Sapo-boi-da-serra-do-mar

Rã-bugio


Invertebrados
 
Escaravelho verde
O que mais impressiona é a diversidade das espécies de invertebrados, grande parte endêmica e muitas ainda não registradas pela ciência. Dentre os mais conhecidos estão várias espécies de Borboletas, Mariposas, Cigarras, Gafanhotos, Minhocas, Aranhas, Lacraias, Formigas, Cupins, Besouros, Percevejos, Vespas e Abelhas.

Capitão-do-mato
Gafanhoto-patriota

Quanto aos animais dos ecossistemas aquáticos da Mata Atlântica, dedicaremos a eles um próximo post exclusivo.


Seguem fotos de outros animais que abordamos no texto acima:

Mico-estrela
Sauás

Cuíca
Furão

Lontra
Quati



Rato-do-mato
Cangambá



Ouriço-Preto
Mão-pelada



Suçuarana
Paca

Onça-Pintada
Tapiti

Tatu-galinha
Gato-maracajá
Tangará
Gaturamo



Beija-Flor
Tucano-do-bico-verde

Macuco
Jacutinga

Gavião-pega-macaco
Pica-pau-do-campo




Jararaca
Cobra-cipó

Sapo-cururu
Perereca-de-bromélia




No blog Entre Serras conheceremos cada uma dessas espécies de animais mais a fundo em posts futuros.



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